Saturday, December 15

"The Warlord Chronicles" by Bernard Cornwell

Arthur...a King, a legend or just a Man? Though he might not existed at all he does it on people’s minds and on the pen’s of writers, as a decent man, a fighter for peace and union, doing the right thing for the great Britain, a nation built from many kingdoms. “The Warlord Chronicles” is not a history book, it’s just a novel with some loose ends, which might overlap with some facts from ancient books. It tells the story of a young Man, a young Arthur bound to an oath to the High King Uther Pendragon, his own father, to protect his kingdom till his grandson Mordred comes of age to rule. Arthur goes through the books, growing, overpowering and fighting, all for his vision of Britain, fighting quarrels , the Saxon’s invasions, the Christians, the Pagans, all intertwined in a plot that is addictive to the reader. The story is told by Derfel Cadarn, one of his spearmen, who tells not only Arthur’s tale but his own on a first person basis, with very psychological density. Fate is inexorable for all and it’s important to realize how countries were made, how vicious some decisions were, so many battles and bloodsheds…though in the end it’s a story of rulers, it’s a story of men and how their lust, corruption and desire can ruin a man’s dream…the dream of peace. In history we’re just pawns in the game, and it’s striking how the future is built like a chess game, how a move can be so crucial and so deadly. But in the end it’s in the power of oaths, in the allegiance of man and their courage that we hold on as we smile at the end of last page, when we go back to reality after such an adventure.

Sunday, December 9

“The Golden Compass” by Chris Weitz

From the director of “About a boy” comes the first of the Trilogy “His Dark Materials” written by Philip Pullman, a british writer. Released in 1995 “Northern Lights” is the beginning of an uncommon story about a little girl Lyra who lives in a world not like our own, where people have daemons, part of their souls taken form as animals that cannot be separated from their humans. In a world where some animals do speak and north kingdoms are ruled by polar bears, the rulers of this world had form the Magisterium, ruling for the greater good, telling people what to do and trying to avoid the effects of the dust, the true taboo of the story. It is sad that this dust creates instability between parallel universes but only Lord Asriel (Lyra’s uncle) as an explorer stood against the Magisterium as one of the Scholars, pursuing his ideas. But little Lyra had a major role as it was giving to her an alethiometer, a device who only tells the truth. Lyra becomes an expert in reading through the device and so she used it to find her friends who were kidnapped by the Gobblers, but soon she realized that more people wanted that device namely the Magisterium incarnated by Mrs Coulter, the wolf dressed as a sheep. To not be a spoiler I’ll not go further, but the theological and ideological sense of this novel is strong and one hardly can’t make the association when it’s read or seen. The trilogy continues with “The Subtle Knife “(1997) and “The Amber Spyglass” (2000), and so we expect to see it on screen as this fantasy adaptation comes more often after our dearest “Lord of the Rings”. In the film we have Daniel Craig as Asriel, Nicole Kidman as Mrs. Coulter, Eva Green as the queen of the witches, Ian McKellen as the voice of Iorek Byrnison, Ian McShane (Deadwood) as the voice of Ragnar and little Dakota Blue Richards as Lyra. It’s a nice film to see on the holidays that come, to see that children do play their roles equally as the grow ones, to see Kidman dashingly evil and to never forget that we must question ourselves no matter what is told to us…to never accept dogmas.

Saturday, September 22

“Death at the funeral” de Frank Oz

Frank Oz é um homem particular e muito acarinhado pois está por detrás da voz de Yoda, sim o ente verde de "May the force be with you". Frank Oz com uma voz muito característica dá vida a muitas outras personagens nomeadamente a alguns dos conhecidos “The Mupets”, como é o caso de Miss Piggy, Fozzie Bear,entre outras séries como “The Sesame Street”. Como realizador assinou filmes como “The Stepford Wives” e “The Score”, sendo este último bastante bom com Robert de Niro e Edward Norton.
Morte num funeral é um filme hilariante q.b, refrescante e puramente britânico. Matthew Macfadyen (Pride & Prejudice) é Daniel, filho do morto, um homem que viveu sempre à sombra do irmão Robert (Rupert Graves), um romancista famoso que vive em Nova Iorque e que retorna apenas para o funeral. Daniel é um homem inseguro, que deseja ser um romancista mas tem medo da crítica, contudo está sempre presente. Naturalmente a mulher do morto está de rastos, e para o funeral aparece toda a família: o Tio Alfie (Peter Vaughan), o velho rezingão; o Tio Victor (Peter Egan), o médico autoritário; Martha (Daisy Donovan), a sobrinha que queria que o pai aceitasse o namorado; Troy (Kris Marshall), o sobrinho que em vez de estudar vende comprimidos alucinogénicos; Howard (Andy Nyman) e Justin (Ewen Bremner), os amigos desajustados da família e Peter (Peter Dinklage), um anão que ninguém conhece e que acaba por ser a alma do funeral. O ambiente de um funeral é normalmente pesado, mas uma revelação consegue revolucionar os presentes e envolvê-los num novelo tal que só no fim nos apercebemos o porquê de tantos fatos pretos. É um filme bastante bom, não é pretencioso e envolve o espectador, que vai rindo cada vez mais…e saí completamente renovado no final. Já era necessário um filme assim…um drama/comédia que não envolva Adam Sandlers, teenagers ou noivos inseguros.

Sunday, September 16

"Highlander The Source" de Brett Leonard


Longos tempos vão em que os domingos eram passados a uma velocidade bem mais lenta e passados muitas vezes em frente à televisão assistindo a uma das minhas séries favoritas da época. Essa série era nada mais nada menos que os “Imortais”…Ouvir Queen “Princes of the Universe” no genérico era algo vindo de outro mundo, e a série, nos idos anos 90, passava-se nada mais, nada menos, do que na cidade da luz, Paris a eterna Paris…Duncan MacLeod é o protagonista, interpretado por Adrian Paul, que vive num barquinho no Sena à medida que vai fazendo rolar algumas cabeças para tornar-se no último imortal….Beacuse in the end there can be only one! Toda a mística da série é acompanhada pelos filmes, nomeadamente “Highlander” (1986), “Highlander II: The Quickening” (1991), “Highlander III: The Final Dimension” (1994) e “Highlander: Endgame” (2000). Confesso apenas ter visto o primeiro e o último dos acima mencionados e gostei…O primeiro peca em muitos aspectos, principalmente quando vivemos numa era da tecnologia e da cor, e olhamos para trás com desdém…mas o filme foi feito nos anos 80 e isso desculpa qualquer coisa, mesmo até as roupinhas de cabedal e os penteados malucos…mas mesmo assim são fiéis à doutrina…O filme de 2000 é obviamente um filme com maior qualidade e bem mais apetecível ao olho…Todos os que conhecem a série sabem que ela se encontra limitada e os filmes acabam por bater sempre na mesma história, mas por vezes conseguem explicar alguns factos e contar alguns contos antigos que nos permitem entranhar melhor na história dos imortais…Pois tal foi o meu espanto quando vi que ia sair um novo filme dos Imortais…” Highlander The Source”…. wow com este título definitivamente vai ser um excelente filme, até porque isto dos imortais é giro e a origem deve ser uma história super interessante…Errado!!! O filme é um dos piores que eu tenho visto ultimamente…tem um péssimo argumento, daqueles que uma pessoa se ri da estupidez no próprio filme, em termos de cor e efeitos especiais é mesmo tão mau que só desejamos passar à próxima cena, os actores enfim...A história centra-se numa época não muito distante de nós, em que o caos emerge, incrivelmente só numa Europa de Leste muito destruída, em que os computadores e as transmissões sãos super avançadas, mas os carros são exactamente iguais e ainda levam gasóleo à maneira dos anos 80, sim naquelas gasolineiras fraquinhas e antiguinhas. O caos permanece e os imortais procuram a origem, porquê?? Bem eu também não percebi muito bem… mas na investida encontram o guardião da origem que tenta matar os poucos imortais que restam, entre eles Duncan MacLeod, Methos, um antigo inimigo deste, Reggie e Giovanni um cardeal loiro provavelmente da Opus Dei com o cabelo mais piroso, até dos anos 80, e sem dúvida o pior actor do filme juntamente com o guardião…E entra lá pelo meio a mulher de Duncan que o abandonou…e que tem visões de onde a origem se encontra…mas lá pró fim ninguém percebe afinal o que ela é…O filme é confuso, chega a ser estúpido e quebra qualquer mística dos Imortais…não vejam este filme…não sei se é por ser europeu mas é mesmo muito mau…vejam o trailer e tirem as suas conclusões…em pleno séc XXI não se justifica fazer um filme assim tão mau.

Tuesday, June 12

E assim acaba...

Como a efemeridade da flor que desabrocha...


Como a recordação de um passado tão penoso quanto belo...


Mas agora... renascida com a alegria do jorro da vida...

Sunday, June 3

Nerja...

Nerja-Balcão da Europa
Gosto de olhar para o mar, vê-lo revolto, vê-lo calmo, como se de uma pessoa se tratasse...com emoções...cheio de vida...
Trato-o como um amigo, pedindo conselhos...pedindo uma luz... e vê-lo simplesmente dá-me um pouco mais de vida...dá-me paz..dá-me esperança...dá-me certeza...




Água...

água que refresca...

água que mata a sede...


água que espelha a alma...


água que lava o corpo e a mente...

água de dá vida...


água que navega e percorre o mundo,
até perder de vista...


água que serena e apazigua...
água sem a qual nada somos,
pois somos também água,
a água do mundo

Saturday, June 2

Entre partidas e chegadas...

Meses passaram...um abandono repentino...mas já há muito esperado...foi um tempo de batalhas perdidas...de histórias imemoráveis...e principalmente de luta...e há sempre uma pequena vitória...
Há tempos difíceis em que não nos reconhecemos, em que nos olhamos no espelho e perguntamos quem está do outro lado...quem é a personagem que com tanta dificuldade esboça um sorriso...mas são estes tempos que nos preparam para a jornada que nos aguarda e que valorizam tudo o que nos rodeia...E é o que me rodeou aqui nesta minha jornada andaluz em Málaga que eu deixo em fotoreportagem...


A Catedral de Málaga

O Alcazaba

Igreja do Sagrado Coração

(Um espanto....a surpresa de encontrar esta igreja)

Praça de Touros de Ronda


Ponte Nova sobre "el Tajo"

A praia em Marbella ao fim do dia


A Mesquita em Córdoba

Os jardins do Alcázar dos Reis Cristãos em Córdoba

Granada...uhmmm....a imagem diz tudo...é mesmo para meter nojo eheheh

dentro do palácio dos Reis Nazaríes, la Alhambra

Arabescos e pormenores no patio de los Leones, Palacio dos Reis Nazaríes

Generalife, la Alhambra

Catedral de Granada
um adeus ao Alhambra visto da cidade de Granada cá em baixo do monte...

Sunday, March 11

“Man cheng jin dai huang jin jia” de Zhang Yimou

Finalmente cá nos chega o tão esperado “A Maldição da Flor dourada” do realizador que já nos deliciou em filmes estupendos como “ Herói” e “A casa dos punhais voadores”. Século X, dinastia Tang…o Imperador Ping regressa ao palácio repleto de crisântemos (as tais flores douradas) para o festival Chong Yang. E é à sua chegada que despoleta a intriga imperial há muito congeminada…A Imperatriz congemina há muito um plano para destronar o imperador enquanto este lentamente a condena à loucura. Mas a intriga não pára aqui… a complexidade da trama é muito superior, bem ao estilo imperial da China, envolvendo os sucessores directos do imperador como peões acossados pelo complexo de Electra. A intensidade das cenas é por vezes cortante, desde a relação da mãe com os seus “filhos” e a forma acutilante, severa e ao mesmo tempo serena do Imperador, que é soberba. Gong Li e Chow Yun-Fat simplesmente fabulosos…A dimensão da batalha final com autênticos figurantes no filme é majestosa e ao mesmo tempo bela no filme que é o mais caro da China até à data. O filme é todo muito colorido e simbólico apesar do dourado dominar o filme. Os cenários são muito bons, desde o palácio, rico e majestoso, às montanhas agrestes…temos de tudo desde uma visão da criadagem, a ninjas e a soldados de todas as cores e feitios. O único quê deste filme para os fãs habituados às lutas de espadas e de ninjas será uma menor parte do filme para esta acção e uma maior intriga que não reduz o filme nem por sombras. É um óptimo filme…sem sombra de dúvidas.

Saturday, February 17

“The Pursuit of Happyness” de Gabriele Muccino

Em Busca da Felicidade é um filme que apela ao sentimentalismo, é o filme pelo qual nos enternecemos com as personagens e com as suas vidas. Will Smith interpreta uma personagem real “Chris Gardner” à qual lhe valeu várias nomeações nomeadamente para os Óscares. Chris é pai de um miúdo de 5 anos, classe baixa, que vende aparelhos a médicos e clínicas que detectam a densitometria óssea, mas que após alguns anos verifica o falhanço do negócio e como a falta de sucesso limita a sua vida, tanto financeira como sentimental. Não conseguindo suster a família a mulher abandona-o, cansada da vidinha miserável e de fazer vários turnos por dia, afinal o sonho da América é mais do que isso…Chris acaba por conseguir ficar com o filho, mas rapidamente perde tudo e passa a ter como tecto, o quarto que consegue, ficando na fila de espera para os sem-abrigo, não sendo sempre fácil consegui-los.

Chris tem um sonho e em parte a confiança de que pode fazer melhor e tenta obter um cargo como corrector de bolsa, mas primeiro é necessário fazer o estágio não remunerado e obter o 1º lugar entre 20 ou mais estagiários. Nada fácil sem dinheiro, sem casa e com um filho de 5 anos...E claro temos o drama de uma criança (interpretado pelo filho de Will Smith - Jaden Smith) que alheada de tudo e de nada tenta viver a sua infância e ao mesmo tempo consolar um pai desolado. É sem dúvida um típico filme americano…da coragem, da miséria, do sonho americano, da escalada de pobre a multimilionário….Pois a história é verídica e Chris realmente subiu as escadas do poder e conseguiu… Todavia não deixa de ser um filme comum, tocante mas já demasiado banalizado pela 7ª arte. A cena na casa de banho do metro é muito boa e Jaden Smith é um fofo…destacando-se na minha opinião mais que o pai, que mesmo assim tem um registo bem diferente de MIB ou mesmo “Independency Day”.

Um filme razoável no estilo sentimentalóide mas não extraordinário.

"Bobby" de Emilio Estevez


Emílio Estevez realiza e actua ao lado do pai, Martin Sheen, neste filme biográfico da morte de Robert F. Kennedy em 6 de Junho de 1968 no Hotel Ambassador. RFK foi um dos dois irmãos mais novos do Presidente democrata John Kennedy. Foi um dos conselheiros do irmão e esteve envolvido em muitas questões importantes da época, nomeadamente o Vietname e os direitos raciais. Após o assassínio de JFK em 1963, RFK continuou em funções com o Presidente Johnson que sucedeu ao irmão. Em 1968 candidata-se à presidência, rivalizando com Eugene McCarthy a liderança do partido democrático. RFK simbolizou para o povo a nova esperança, a viragem que os EUA tanto ansiavam, mas que acabou numa cozinha de um hotel muito famoso de LA, às mãos de um palestiniano (por causa do apoio a Israel), no dia preciso em que RFK tinha ganho as primárias em LA.

Apesar da história ser de conhecimento geral, pois marcou uma época, o filme cativa-nos de uma forma surpreendente. O elenco é cheio de actores conhecidos: Laurence Fishburne, Heather Graham, Anthony Hopkins, Helen Hunt, Joshua Jackson, Ashton Kutcher, Lindsay Lohan, William H. Macy, Sharon Stone e Demi Moore. Cada personagem é uma peça que encaixa perfeitamente no puzzle, desde os trabalhadores mexicanos ilegais do hotel à miúda que se casa para salvar um rapaz da morte certa (alistar-se no exército). É o retrato da época, da devoção, dos valores de RFK para os EUA dos anos 60 e da mal fadada guerra no Vietname, qual chacina para os jovens. RFK era a esperança e é impossível não sair do filme com pena, com vontade de mudar as coisas, de nos tornarmos mais humanos…mais idealistas…

Como filme está muito bem conseguido mas não é filme de realizador e não há personagens em evidência, todos trabalham para um bem maior…a mensagem para as gerações futuras…

Sunday, January 14

“Babel” de Alejandro González Iñárritu


Babel é um filme cru, nem sempre agradável, chega ao espectador de uma forma inesperada mas deixa a sua marca. Babel conta três histórias interligadas decorrentes em 3 continentes diferentes: América, África e Ásia. Em Marrocos, uma turista americana, Susan Jones(Cate Blacnchett), é alvejada acidentalmente. Os filhos desta, por consequência, vão para o México com a ama mexicana, por esta ter de ir ao casamento do filho. No Japão Chieko vive o drama de ser surda-muda e teenager incompreendida. Vive-se neste filme o drama do terrorismo, a facilidade com que uma brincadeira estúpida vira um problema político internacional, tal é a sensibilidade do mundo. O drama familiar, por vezes corriqueiro e livre de diálogo é posto à prova em circunstâncias de sobrevivência. O quão menor tudo se torna…e como é a grandeza do amor. México, problema político tão vincado…irritabilidade à flor da pele nas fronteiras…lei da sobrevivência e do egoísmo, desespero, falta de humanidade… uma má escolha pode se tornar numa catástrofe… Japão, cidade populosa…solidão extrema…Chieko apenas quer um pouco de carinho humano…não é afinal o que queremos todos??? Amor…presentes nas suas várias formas em cada história…é que é o mais importante…é o que ajuda nas alturas difíceis e é por ele que sofremos…nada mais…

Este filme vinca problemas actuais desde a imigração ilegal, o terrorismo/estado de medo e a incompreensão social/humana. É um filme intenso…é um filme de Iñárritu… Peca pelas passagens bruscas e não acho que Brad Pitt esteja assim tão bem como postulam. É um filme bom a fugir para o razoável, e apesar de tudo não me atingiu.

Friday, January 12

“Eragon” de Stefen Fangmeier

O filme fantástico de Natal foi sem dúvida Eragon, apesar da enchente de filmes de animação tais como “Happy Feet” e “Artur e os Minimeus”. Inspirado na obra homónima de Christopher Paolini, o filme sofre com os assobios face a uma óbvia comparação à trilogia do Senhor dos Anéis. Paolini escreveu jovem o livro, inovou pouco e foi criticado por isso. Mesmo assim teve um sucesso colossal. De certa forma a fórmula mágica resulta, mas o género necessita de mais… Stefen Fangmeier, associado aos efeitos especiais de vários filmes, tais como: “Saving Private Ryan”, “Master and Commander”, “Lemony Snicket” e é neste campo em que ele é melhor. A personagem que marca uma posição é o dragão Saphira (Rachel Weisz) e Brom interpretado pelo grande Jeremy Irons. Já as restantes são um pouco insípidas, e o jovem Eragon ainda muito cru. Por vezes perde-se a narrativa e é tudo muito instantâneo, perdendo-se a intensidade presente no livro. As paisagens valem a pena e foram filmadas na Hungria e Eslováquia. O jovem actor Edward Speleers (Eragon) mencionou que irá participar nos restantes filmes, Eldest e Empire, sendo que o livro deste último ainda não foi publicado da Trilogia da Herança. Cá esperamos…

Monday, January 1

“A bruxa de Oz” de Gregory Maguire


Gregory Maguire é um autor americano que contribui para o imaginário infantil e adulto com obras como:”Confessions of an Ugly Stepsister”, “Lost”, “Mirror mirror” e “Wicked”, que se baseiam em personagens intrínsecas à nossa cultura.
“A bruxa de Oz” relata um possível background do famoso livro de L. Frank Baum “O feiticeiro de Oz”, que foi imortalizado no filme de 1939, sob a direcção de Vítor Fleming e protagonizado pela doce Judy Garland.


“A bruxa de Oz” é um livro para adultos que fantasia o nascimento das Bruxa Má do Oeste, a Má do Este e o seu relacionamento com a Bruxa Boa do Norte, e todo o percurso até à chegada de Dorothy. Acrescentando à fantasia um fundo político temos um regime hitleriano/fascista em Oz, um clima de medo e de opressão de ideias e ideais.
Este livro é uma brisa fresca com todo o seu imaginário…e que bom é poder imaginar e sonhar com as personagens e as suas demandas, tal e qual visualizar o filme com todas as suas cores e música.


(site do autor http://www.gregorymaguire.com/)